Autor: Mystery Planet Tradução: Rafael Barros

Durante uma longa entrevista com Joe Rogan, o ex-oficial de inteligência norte-americana afirmou ter visto imagens de uma operação de recuperação na qual apareciam vários corpos alienígenas com aparência surpreendentemente humana.

Crédito: MysteryPlanet.com.ar

Em meio ao conturbado contexto atual, marcado por iniciativas legislativas e pressões crescentes para ampliar a divulgação de arquivos oficiais por parte do governo dos Estados Unidos, David Grusch aprofundou-se nas denúncias que vem fazendo desde 2023 sobre supostos programas secretos americanos dedicados a recuperar objetos de origem desconhecida e estudar seus supostos ocupantes.

Conforme explicou numa entrevista, dessa vez ele não estava apenas relatando o que outras fontes lhe haviam contado. Grusch afirmou ter tido acesso a material audiovisual de uma recuperação e que, nas imagens, era possível distinguir entre três e quatro cadáveres. Quando Rogan perguntou diretamente qual era a aparência deles, a resposta foi contundente: “Pareciam humanos”.

A descrição tornou-se ainda mais impressionante quando o apresentador quis saber até que ponto eles se assemelhavam a nós. “Muito”, respondeu o denunciante, antes de acrescentar que eram “muito, muito bonitos”.

Ele também se lembrou de uma pele extremamente pálida, que inicialmente descreveu como tendo um tom entre azulado e branco, embora tenha esclarecido em seguida que se referia, na verdade, a uma aparência albina ou de grande palidez. Os indivíduos tinham cabelos acinzentados e, segundo suas lembranças, longos.

“Grusch afirmou ter tido acesso a material audiovisual de uma operação de resgate e que, nas imagens, era possível distinguir entre três e quatro cadáveres”. Crédito: MysteryPlanet.com.ar.

Grusch insistiu que o vídeo não mostrava close-ups detalhados, mas sim uma imagem panorâmica registrada durante a própria operação de recuperação dos destroços de um OVNI que havia caído. Por esse motivo, ele evitou especificar características anatômicas muito específicas, embora tenha apontado que, aparentemente, eles possuíam traços comparáveis aos de um ser humano.

Outro detalhe que ele destacou foi o vestuário. De acordo com o que pôde observar, os corpos pareciam usar algum tipo de traje justo ao corpo, embora tenha reconhecido que as imagens não permitiam determinar com clareza sua composição ou design.

“Pense nos deuses gregos”

Para explicar melhor a aparência desses seres, Grusch recorreu a uma comparação particularmente sugestiva: os deuses da Grécia Antiga.

O ex-oficial lembrou que o general William McCasland — ex-comandante do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos que desapareceu misteriosamente — teria usado, anos atrás, uma expressão semelhante em conversas sobre o fenômeno: “Pense nos deuses gregos”.

“Agora entendo o que ele quis dizer”, comentou Grusch após descrever o que afirma ter visto.

De acordo com a hipótese dos antigos astronautas, os deuses da antiguidade — como os da Grécia — poderiam, na verdade, ter sido seres alienígenas que utilizavam uma tecnologia muito avançada.

A conversa levou inevitavelmente a um dos arquétipos mais conhecidos da ufologia: os chamados “nórdicos” e os “tall whites” (“brancos altos”), entidades descritas há décadas em depoimentos e na literatura ufológica como humanoides altos, de aparência atraente, pele clara e traços praticamente indistinguíveis dos humanos.

Grusch não afirmou categoricamente que os corpos que observou pertencessem a essa suposta tipologia. No entanto, quando Rogan mencionou especificamente os “nórdicos” e os “brancos altos”, ele reconheceu que algumas variantes descritas nos programas e depoimentos que conhecia poderiam se aproximar dessa aparência.

“Desde muitos humanos à claramente não humanos, mas humanoides”, precisou mais adiante ao se referir à variedade de entidades sobre as quais teria ouvido informações.

Alguns desses seres — observou ele — teriam estatura semelhante à dos humanos, enquanto outros poderiam ser consideravelmente mais altos. Ele também associou os humanoides com aparência semelhante à dos “deuses gregos” a veículos voadores que teriam a ter formas de bumerangue ou meia-lua.

Relação genética com a humanidade

A semelhança entre esses seres e os humanos seria tanta que teria gerado dúvidas até mesmo entre aqueles que estudavam o assunto. Grusch afirmou que houve estudos destinados a comparar o material genético obtido de restos biológicos desses alienígenas com o genoma humano, embora tenha admitido não ter tido acesso aos resultados finais dessas análises.

Para ele, essa semelhança representa um dos principais enigmas do caso. “Se uma espécie tivesse evoluído de maneira completamente independente em outro planeta — argumentou ele —, seria difícil explicar por que ela acabaria sendo praticamente idêntica a nós”.

A partir daquele ponto, ele levantou várias possibilidades, deixando claro que estava entrando em terreno especulativo: desde uma civilização humana separada ou desconhecida até organismos criados por meio da bioengenharia. Rogan chegou a propor a hipótese inversa — e “sitchiniana” —, ou seja, que a própria humanidade tivesse sido geneticamente modificada em algum momento remoto.

Grusch não endossou nenhuma dessas opções como uma conclusão definitiva. “É certamente uma possibilidade”, respondeu ele sobre uma eventual ligação biológica, acrescentando que esse cenário levantaria questões profundas sobre a origem e a natureza da nossa espécie.

Um vídeo que precisa vir à tona

Um dos aspectos mais relevantes de seu depoimento é que Grusch afirma que as imagens correspondem a um episódio “contemporâneo”, embora tenha se recusado a fornecer uma data aproximada por medo de identificar a operação e as pessoas que lhe facilitaram o acesso.

Também sustentou que, após receber o material, dedicou anos tentando comprovar por outras vias que não se tratava de uma operação de engano ou desinformação dirigida contra ele.

Na entrevista completa (abaixo), Grusch afirmou ter ouvido relatos sobre seres reptilianos que sobreviveram ao acidente com sua nave e, posteriormente, entraram em confronto com militares americanos antes de serem abatidos e morrerem. Além disso, segundo o denunciante, alguns desses “acidentes” poderiam não ser causados simplesmente por falhas mecânicas, mas pelo que ele denomina um conflito “NHI contra NHI” — ou seja, “inteligência não humana contrainteligência não humana”.

Diante da pergunta de Rogan se esse vídeo poderia fazer parte de uma futura divulgação de informações confidenciais, ele respondeu que “provavelmente” e insistiu que qualquer revelação dessa magnitude deve ser acompanhada de provas físicas submetidas a análises independentes.

O melhor ainda está por vir

O contexto político torna suas declarações ainda mais significativas. Em fevereiro de 2026, o presidente Donald Trump ordenou o início de um processo para identificar, revisar, desclassificar e publicar arquivos governamentais relacionados à vida extraterrestre, OVNIs e UAPs.

Esse processo resultou no PURSUE, um sistema governamental encarregado de centralizar a publicação gradual de documentação histórica e casos de UAPs que ainda não têm uma explicação definitiva. Desde maio, sucessivos lotes de arquivos têm sido divulgados, enquanto as agências continuam analisando milhões de registros acumulados ao longo de décadas.

Grusch considera que as informações mais delicadas ainda não vieram à tona e prevê que o processo possa acabar revelando materiais muito mais convincentes, entre eles provas sobre supostos veículos recuperados e restos biológicos.

Fonte: Mystery Planet

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