Autor: Planeta Maldek Tradução de: Rafael Barros
Nos primeiros anos do século XX, foram feitas descobertas espantosas: esqueletos de gigantes que revelam um passado remoto em que existiram enormes populações humanoides em várias partes do mundo. O que aconteceu a estas civilizações? Por que desapareceram?
Nos últimos anos, estudos genéticos revolucionários têm surpreendido o mundo, oferecendo uma visão surpreendente do nosso passado antigo. Estas revelações trouxeram à luz um profundo enigma que envolve o desaparecimento de antigas populações e a existência de seres humanoides gigantes que outrora percorreram a Terra. Vamos mergulhar nas descobertas fascinantes que desafiaram a nossa compreensão da história.
O desaparecimento dos construtores de Stonehenge

A nossa viagem começa na Universidade de Harvard, em fevereiro de 2018, onde os pesquisadores embarcaram numa exploração genética que nos deixaria a questionar o próprio tecido da antiga história britânica. O estudo, publicado na prestigiada revista Nature, fez uma revelação surpreendente: pouco depois da construção de Stonehenge, os antigos habitantes da Grã-Bretanha desapareceram aparentemente sem deixar rasto.
A sua assinatura genética, que outrora marcava a sua presença, desvaneceu-se na obscuridade, substituída por uma cultura humana inteiramente nova num espaço de tempo incrivelmente curta.
A técnica inovadora utilizada neste estudo envolveu a coleta de amostras de DNA de restos humanos antigos e sua comparação com o DNA dos habitantes atuais das Ilhas Britânicas.
Esta análise meticulosa revelou um exemplo sem precedentes de substituição de populações, em que um grupo genético foi quase completamente substituído por outro, originário de uma parte distante do mundo. As implicações desta descoberta são surpreendentes e levantam questões sobre o destino destes enigmáticos antigos britânicos.
A enigmática linhagem X:
A nossa viagem pelos mistérios genéticos leva-nos à Universidade Emory, em Atlanta, Geórgia, em 1998. Lá, os pesquisadores mergulharam na história genética das populações nativas americanas, com o objetivo de traçar as suas raízes ancestrais até à migração do Estreito de Bering. Ao embarcarem nesta viagem, depararam-se com uma linhagem genética inexplicável: a linhagem X.
Esta linhagem X, presente numa pequena percentagem de grupos de nativos americanos, bem como entre os europeus do norte e as populações do Oriente Médio, desafia a categorização genética convencional. Continua a ser um enigma desconcertante, desligado de qualquer grupo genético conhecido.
A questão é: como é que é possível que um grupo de pessoas indígenas do nosso planeta tenha uma linhagem ancestral indetectável? A comunidade científica não sabe o que fazer, e esta enigmática linhagem levanta teorias sobre ligações ancestrais que transcendem as fronteiras terrestres.
Os gigantes da antiguidade:
Quando nos aprofundamos nos arquivos da história, deparamo-nos com um mistério verdadeiramente alucinante: a existência de gigantes. Em meados do século XIX, começaram a surgir relatos de enormes restos de esqueletos em várias partes do mundo, incluindo a América do Norte. Os arqueólogos descobriram os restos de gigantes com uma altura entre dois e três metros.

Entre esses descobrimentos destaca o Vale dos Gigantes, na Virgínia Ocidental, onde o Smithsonian Institution escavou numerosos esqueletos grande dentro dos túmulos funerários da antiga cultura adena.
Um dos achados mais notáveis era um local de sepultamento no centro de um túmulo que tinha uns impressionantes dois metros e meio de altura, com indícios que sugeriam uma altura provável de uns dois metros e meio. Surpreendentemente, esse descobrimento não foi um feito isolado, já que muitos túmulos da região continham esqueletos gigantes similares. Esses achados foram documentados pelo próprio Smithsonian, com meticulosos registros que detalham esses incríveis descobrimentos.
A história suprimida:
Apesar da inegável evidência desses gigantes esqueletos humanos, há um aspecto intrigante nessa história. Só em 1920 é que foi instituída uma política de negação da descoberta de esqueletos humanos gigantes. Antes disso, o Smithsonian reconhecia abertamente a existência destes gigantes nos seus relatórios.
Esta eliminação de provas levanta questões críticas sobre a verdadeira natureza destes gigantes e o seu lugar na nossa história. Poderão estes seres colossais estar relacionados com DNA extraterrestre, como sugerido em textos e lendas antigas? Vem-nos à mente as histórias bíblicas dos Vigilantes e dos Nefilins, em que seres celestiais se cruzaram com humanos para criar gigantes.

A presença destes gigantes de dois a três metros no nosso registo histórico continua a ser um mistério intrigante que os arqueólogos ainda não conseguiram desvendar totalmente. Poderiam ser vestígios dos gigantes da antiguidade, testemunho de um capítulo oculto da nossa história que desafia a explicação convencional?
Conclusões
Concluindo, as espantosas revelações dos estudos genéticos e o desconcertante descobrimento de esqueletos gigantes desafiam a nossa compreensão das civilizações antigas e os mistérios que rodeiam o nosso passado. Estes enigmas convidam-nos a explorar os capítulos não contados da história humana e a possibilidade de ligações para além do nosso mundo. À medida que continuamos a desenterrar os segredos do nosso passado, poderemos um dia desvendar as respostas a estes mistérios duradouros que cativaram a nossa imaginação durante séculos.
Fonte: Planeta Maldek






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