Tal estudo genético indica que os faraós poderiam ter sido uma espécie hibrida alienígena

Autor: Site UFO Y Misterios            Traduzido por: Rafael Barros

Um novo estudo genético sugere que uma linhagem de faraós egípcios foi submetida a manipulação genética propositada por uma civilização tecnologicamente avançada. Alguns chamaria essa prova definitiva de que os construtores das pirâmides tinham uma forte conexão com seres que se originaram em outras partes do universo.

ESTUDO DE 7 ANOS SOBRE OS GENOMAS DE 9 FARAÓS

Stuart Fleischmann, Professor Assistente do Genoma Comparada na Universidade Suíça do Cairo e sua equipe tem publicado recentemente os resultados de um estudo de 7 anos que mapeou os genomas de 9 faraós egípcios antigos. Caso se demonstre corretamente, seus achados poderiam trocar os livros da história do mundo.

Fleischmann e sua equipe submeteram as preciosas amostras de DNA antigo a um processo chamado Reação em Cadeia do Polímero (PCR). No campo da biologia molecular essa técnica se utilizado muitas vezes para replicar e amplificar uma só cópia de uma peça de DNA, dando aos pesquisadores uma imagem clara da impressão genética de alguém.

Oito de nova amostras lançaram resultados interessantes mais típicos. A nona amostra pertencia a Akhenaton, o enigmático faraó do século XIV a.C. e pai de Tutancâmon. Um pequeno fragmento de tecido cerebral havia sido a fonte da amostra de DNA e a prova se repetiu utilizando tecido ósseo, mas não tiveram os mesmos resultados.

Um dos culpados foi um gene chamado CXPAC-5 que é responsável do crescimento do córtex. A anomalia é visível na imagem abaixo.

CAPACIDADE CRANIANA MAIS ALTA, MAS, POR QUÊ?

Parece que essa grande atividade no genoma de Akhenaton sugeria que ele tinha uma craneana mais alta devido à necessidade de abrigar um córtex maior. Mas que mutação havia causado o crescimento do cérebro humano. Todavia temos que discutir a técnica apesar de anos de avanços em genética. Poderia essa evidência de 3.300 anos de idade assinalava a antiga manipulação genética. Era o trabalho de seres extraterrestres avançados?

É a mitologia do antigo Egito mais que uma coleção de contos alegóricos. O prof. Fleischmann explica:

A telomerasa [uma enzima genética] só se gasta em dois processos: envelhecimento extremo e mutação extremas. Dados genéticos e arqueológicos sugerem que Amenhotep IV / Akhenaton viveu até os 45 anos de idade. Isso não é suficiente para consumir toda a telomerasa cromossômica, deixando por trás uma explicação inconveniente, mas possível.

Essa hipótese também está apoiada pelo fato de que a análise do microscópio eletrônico revelou sinais de cicatriz nucleotídeos, que é um sinal revelador de que a hélice do DNA recuperou depois de ser expostos a fortes mutagêneses.

Isso sugere que Akhenaton, um dos faraós mais misteriosos do antigo Egito, foi sometido a modificação genética durante sua vida. Em todo caso, essa afirmação apoia a teoria de que os antigos alienígenas alguma vez visitaram a civilização que vivia ao longo das margens do Nilo. Outra interessante peça de evidência suporta essa hipótese. A imagem abaixo mostra as fotografias de microscópio do tecido ósseo mostrado desde o crâneo de Akhenaton e o de uma múmia diferente da mesma idade.

O tecido ósseo da esquerda é muito mais denso e fundamentalmente diferente em escala nanoscópia. Poderia esse aumento na força dos ossos do crâneo ser um indicador de um maior desenvolvimento do cérebro?

Esse é um achado emocionante, por dizer ao menos, disse Fleischmann à imprensa. « Minha equipe e eu temos apresentado os artigos para a revisão por pares e temos feitos volto a fazer as provas muitas veze que estamos seguros de que são exatos.

Não se há implicação completa de nossos achados, mais certamente creio que deveriam ao menos assinalar à comunidade cientifica numa direção que havia sido imediatamente descartada há somente algumas décadas. »

Se esse estudo é correto, poderia desencadear uma troca de paradigmas sem precedentes. Se os extraterrestres estiveram ativamente envolvidos na vida dos indivíduos mais poderosos há milhares de anos, isso significa que voltarão. Talvez nunca se tenham ido em absoluto.

Mas o aspecto mais importante seria a existência de indivíduos, descendentes diretos da linhagem real do antigo Egito. Que ainda possuem os genes alienígenas implantados nos genomas de seus antepassados.

Fonte: UFO Y Misterios ES

Publicado por Rafael Barros

Sou analista de sistemas apaixonado pelos estudos da teoria dos antigos astronautas e pesquisador da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psiquicas- AMPUP - MT

2 comentários em “Tal estudo genético indica que os faraós poderiam ter sido uma espécie hibrida alienígena

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