Estruturas desconhecidas foram descobertas em Machu Picchu usando escaneamento a laser

Autor: Redação CODIGO OCULTO                                   Traduzido por: Rafael Barros

Recente notícia indica que se tem descoberto umas estruturas até agora desconhecidas em Machu Picchu no Peru, graças a uma investigação no qual se realizou uma varredura a laser do local.

Estruturas desconhecidas foram descobertas por uma equipe de cientistas poloneses no parque Machu Picchu no Peru, graças ao uso de scanner a laser conectado a um drone. A área está coberta de uma densa vegetação que dificulta a investigação clássica.

Há alguns anos, como parte da cooperação com a gerência do Parque Machu Picchu, cientistas poloneses iniciaram investigações no complexo cerimonial inca de Chachabanba, localizada no Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu (Peru). Esse sítio existiu desde inícios do século XV.

Usando escaneamento a laser

A maior parte da área está coberta de bosque tropical, pelo que a investigação se viu muito complicado. Por essa razão, os arqueólogos decidiram utilizar um drone al qual se acrescentou um dispositivo de scanner a laser (LiDAR).

Dessa varredura permite “ver” através das arvores ou absurdos da imagem obtida e visualizar a topografia. Foram realizados por uma equipe dirigida pelo Dr. Bartlomiej Ćmielewski do laboratório de modelagem e Varredura 3D da Faculdade de Arquitetura da Universidade Tecnológica de Wroclaw.

Dominika Sieczkowska do Centro de Investigações Andinas da Universidade de Varsóvia, que dirige o projeto do Centro Nacional de Ciências destinado a estudar o sistema de água em Chachabamba disse em um comunicado:

“Como resultado, pudemos detectar uma serie de estruturas desconhecidas no sítio”.

O Dr. Bartlomiej Ćmielewski prepara o equipamento (um drone equipado com LiDAR). Crédito.: D. Sieczkowska

Sieczkowska integra parte dos estudos realizados pelos pesquisadores poloneses na área de Machu Picchu, dirigida pelo prof. Mariusz Ziółkowski da Universidade de Varsóvia.

O drone utilizado na nova investigação é um poderoso octocóptero que pesa quase 10kg. Por outro lado, o equipamento de scanner a laser (LiDAR) pesa uns 2kg.

Descobrimento no Complexo Cerimonial

A parte central do Complexo Cerimonial era um grande penhasco com altares talhados, degraus e um traçado por onde pingavam os líquidos depositados sobre ele, talvez bebidas ou sangue animal. Frente da rocha havia uma pequena praça com edifícios aos lados, esses estavam rodeados por uma dúzia de pequenos rituais de banhos, aos que os arqueólogos se referem como fontes. Esses eram depósitos nos qual a água corria pelas paredes. Foram utilizados para rituais de purificação.

Durante a última investigação, graças ao uso do scanner a laser, os cientistas também detectaram partes até agora desconhecidas dos canais que abasteciam de água a um rio próximo. A água se abastecia o complexo cerimonial de Chachabanba por meio de um sistema de canalização feito de blocos de pedras, graças a um sistema similar, essa água terminava no rio do vale.

Os edifícios aos que se dirigiam os pesquisadores estavam localizados nas saídas do complexo cerimonial.

Sieczkowska acrescentou:

“Trata-se de um total de uma dezena de pequenas estruturas, erguidas em planta circular e retangular. Suponhamos que estavam habitadas por pessoas que operavam o complexo. Vamos obter mais informação quando se completem as escavações”.

No entanto, os pesquisadores concluíram a partir de imagens a laser que esses edifícios se construíram com muito menos cuidado que as estruturas da parte central da estação.

(Domínio Público)

Segundo Sieczkowska, há indícios de que eram principalmente mulheres as que cuidavam o complexo. Os objetos descobertos durante escavações anteriores realizadas nesse local por uma equipe polonesa-peruana assim o provam. Estão relacionados com a tecelagem, e as mulheres no estado Inca se dedicavam a esse ofício.

Reconstrução Digital

Os cientistas também utilizaram dados do scanner a laser para fazer um modelo hidrodinâmico dos canais que transportavam a água nas fontes. Isso significa de que maneira virtual, tendo em conta, entre outras coisas, a inclinação do terreno e a profundidade dos canais, os pesquisadores “derramaram” água nos canais e reconstruíram como fluía neles.

Sieczkowska acrescentou:

“Graças a isso, pudemos estabelecer que a água fornecida através dos canais não se usava com fins utilitários sendo que tinha um caráter simbólico, porque os canais não podiam trazer mais, se derramaria deles, porque não são profundos. Isso conformou mossa hipótese de que a água cumpria um papel de ritual em Chachabamba”.

Além disso, indicou que, por regra geral, tais analises se realizaram em outros lugares de maneira prática: se limpavam as valetas e derramaram-se água.

Algumas das estruturas cobertas de arbustos detectadas pelo scanner LiDAR. Crédito: D. Sieczkowska

Sieczkowska acrescentou:

“Mas tomou muito dinheiro e muito tempo. Realizamos a varredura no solo uns dias”.

Segundo o pesquisador, o modelo hidrodinâmico desenvolvido se pôde utilizar com êxito em outros sítios andinos, mais com rápidas trocas nos parâmetros, provavelmente também em outras partes do mundo.

O Parque Nacional Machu Picchu cobre mais de 36,000 dizer agora. Existe cerca de 60 sítios arqueológicos dentro de suas fronteiras, muitos dos quais não têm sido explorados até o momento devido ao difícil acesso e a densa vegetação.

Os achados da investigação têm sido publicados no Journal of Archeological Science.

Fonte: Codigo Oculto

Publicado por Rafael Barros

Sou analista de sistemas apaixonado pelos estudos da teoria dos antigos astronautas e pesquisador da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psiquicas- AMPUP - MT

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