Autor: Planeta Maldek                                 Tradução: Rafael Barros

Nos últimos tempos, o conceito de cidades subterrâneas passou do âmbito da ficção científica para ser um tema de debate e investigação séria. Figuras proeminentes como Catherine Austin Fitts, ex-subsecretária de Habitação e Desenvolvimento Urbano do presidente George H. W. Bush, têm chamado a atenção para a possibilidade da existência de extensas infraestruturas subterrâneas.

Numa entrevista com Tucker Carlson, Fitts afirmou que o governo americano tem construído secretamente cerca de 170 bases subterrâneas, interligadas por sistemas avançados de transporte, para servir de refúgio à elite em caso de catástrofe global.

Quem é Catherine Austin Fitts e por que devemos escutá-la?

Catherine Austin Fitts não é uma teórica da conspiração qualquer. Ela trabalhou nas mais altas esferas do Governo e das finanças. Com um profundo conhecimento das operações secretas, da política econômica e do orçamento da segurança nacional, Fitts vem há anos dando o alarme, e cada vez mais pessoas começam a ouvi-la.

Suas afirmações são detalhadas, documentadas e assustadoras: centenas de bases subterrâneas, algumas supostamente sob o oceano, muitas conectadas por túneis de trânsito de alta velocidade, possivelmente até trens maglev ou a vácuo, construídas em segredo durante décadas sob o pretexto da segurança nacional.

Catherine Austin Fitts

A suposta rede subterrânea

De acordo com Fitts, essas instalações subterrâneas não estão totalmente isoladas nos Estados Unidos, mas fazem parte de uma rede global. Ela sugere que essas bases estão equipadas com tecnologias sofisticadas e projetadas para garantir a sobrevivência de alguns poucos escolhidos durante possíveis eventos que poderiam causar a extinção.

Fitts faz referência a um relatório de 2017 do economista Mark Skidmore, que apontava um gasto federal inexplicável significativo, particularmente nos Departamentos de Defesa e Habitação e Desenvolvimento Urbano, como possível prova que sustenta suas afirmações.

A entrevista que chocou a Internet.

Na já famosa entrevista com Tucker Carlson, Catherine revelou:

Temos construído um número extraordinário de bases subterrâneas e, presumivelmente, sistemas de transporte… Entre 2021 e 2023, coletamos todos os dados que pudemos. Nossa estimativa conservadora? 170 bases subterrâneas apenas nos Estados Unidos, e possivelmente mais sob os oceanos”.

Carlson, inicialmente espantado, perguntou: “Qual seria o objetivo?”

A resposta dele?

“E se você achasse que um evento próximo à extinção está se aproximando?”

Pense nisso: se um cataclismo global se aproximasse — uma guerra, um colapso ambiental, uma pandemia criada por bioengenharia —, para onde iria a elite para sobreviver? Certamente não para uma cabana qualquer na montanha.

O padrão por trás das cortinas: cidades subterrâneas em todo o mundo

A ideia de cidades subterrâneas secretas não é nova, mas nunca parecia tão real, tão bem documentada e tão iminente.

Estes são só alguns exemplos que chegaram ao conhecimento público:

  • Aeroporto Internacional de Denver: Há muito tempo que se diz que ele se encontra sobre um vasto complexo subterrâneo.
  • O Depósito Global de Sementes da Noruega: um depósito apocalíptico de toda a vida vegetal.
  • A “Grande Muralha” subterrânea da China:  uma rede de túneis com fins nucleares e militares.
  • O complexo de montanha Yamantau na Rússia:  um das maiores instalações secretas que se conhecem na Terra.

Eles poderiam fazer parte de um sistema muito maior e interconectado, projetado não apenas para a sobrevivência, mas também para a segregação?

Existem 170 instalações subterrâneas para a elite, segundo Catherine Austin Fitts

Uma profecia de 1909: “A máquina para” de E. M. Forster

A ideia de viver no subterrâneo não é nova. Durante a Guerra Fria, foram construídas instalações como o complexo da montanha Cheyenne e o bunker Greenbrier para proteger funcionários do governo em caso de um ataque nuclear. Esses exemplos históricos demonstram a viabilidade de estruturas subterrâneas em grande escala.

O mais inquietante de todo esse quebra-cabeça? Que isso poderia ter sido previsto há mais de 100 anos.

Em 1909, o autor britânico E.M. Forster publicou um conto intitulado “A máquina para” (The Machine Stops). Nele, as pessoas vivem no subsolo, totalmente dependentes de uma máquina gigante que lhes fornece tudo: comida, entretenimento, educação. Elas vivem sozinhas e só se comunicam por meio de telas. Reuniões físicas são raras e mal-vistas. A superfície da Terra foi declarada inabitável.

Isso lhe parece familiar?

Aqui está uma amostra das surpreendentes previsões da história:

  • Pessoas isoladas em habitações individuais que se comunicam através de telas (alguém disse Zoom?).
  • Sem contato físico, sem exercícios e com corpos frágeis: a sociedade desaprova a força.
  • Uma única autoridade que controla todas as funções, desde a temperatura até a regulação das emoções.
  • Sistemas de controle semelhantes à inteligência artificial que determinam quem vive, quem morre e quem procria.

A visão de Forster aproxima-se de forma assustadora do mundo digital, remoto e isolado em que começamos a mergulhar no século XXI.

Era ficção… ou um roteiro?

O simbolismo da colmeia: somos as abelhas do seu sistema?

Cidades subterrâneas. habitações como colmeias. Obediência a uma autoridade central. Comportamento gregário.

Não são apenas metáforas, são símbolos codificados usados por sociedades secretas durante séculos.

A maçonaria e outros grupos esotéricos costumam venerar as abelhas, a colmeia e o conceito de uma inteligência central semelhante à de uma rainha. Em sua visão da “sociedade perfeita”, os seres humanos são como abelhas operárias: leais, submissos e dispensáveis. A inteligência coletiva substitui a individualidade.

Não é de se admirar que as habitações subterrâneas sejam frequentemente descritas como células de uma colmeia: pequenas, sem janelas, eficientes e rigidamente vigiadas.

Catherine Austin Fitts revelou que existem 170 instalações subterrâneas em todo Estados Unidos e sob os oceanos.

E se as colmeias já estiverem povoadas?

Todos os anos, milhões de pessoas desaparecem em todo o mundo. Algumas são vítimas de tráfico, outras são assassinadas…, mas muitas nunca são encontradas. Sem deixar rasto. Sem cadáveres. Nada.

E se algumas dessas pessoas não desapareceram, mas foram deslocadas? E se elas forem enviadas para colmeias subterrâneas, não como cidadãos, mas como propriedade?

A teoria de Fitts coincide com outras ideias perturbadoras:

  • Redes secretas subterrâneas utilizadas para abusos rituais, extração de órgãos ou experiências biomédicas.
  • Populações rotuladas como não humanas, por meio da manipulação do DNA ou da eliminação da identidade digital.
  • Um sistema de espécies de dois níveis: os “humanos” na superfície e os “bioativos” no subsolo.

Parece absurdo. Mas também eram absurdas a inteligência artificial, as cidades inteligentes, a moeda digital e a vigilância da população há apenas 20 anos.

As Pedras Guia da Geórgia e a agenda de controle populacional

Se isso ainda parece ficção, lembre-se das Pedras Guia da Geórgia, um misterioso monumento de granito que permaneceu de pé por mais de 40 anos antes de ser destruído em 2022. Seu primeiro mandamento?

“Manter a humanidade abaixo de 500 milhões em equilíbrio perpétuo com a natureza”.

Por que alguém declararia publicamente uma redução tão drástica da população? E por que as pedras foram destruídas imediatamente após serem bombardeadas, como se alguém quisesse que fossem esquecidas?

Não se trata apenas de bunkers ocultos. Trata-se do futuro da civilização e se o destino da humanidade está sendo silenciosamente dividido entre aqueles que herdarão a superfície e aqueles que herdarão o submundo.

Ao contemplar a possibilidade dessas cidades ocultas, a questão já não é “Elas são reais?”, mas “Por que não nos dizem a verdade sobre elas?”. O silêncio pode não ser acidental. Pode ser intencional. Porque se a verdade que se esconde sob nossos pés fosse revelada, o mundo como o conhecemos, na superfície, poderia nunca mais ser o mesmo.

Fonte: Planeta Maldek

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