Autor: Ales Chionetti Tradução: Rafael Barros
O pesquisador Zecharia Sitchin publicou vários livros nos quais apresenta provas — que ele classifica como definitivas — de que uma raça extraterrestre teve grande influência no surgimento da humanidade e de sua civilização. Hipótese realista ou fantasiosa? Alex Chionetti, que realizou a primeira entrevista em espanhol com Sitchin em 1992, analisa essa questão neste artigo.

A ideia de que os seres extraterrestres visitaram nosso planeta não começou com os best-sellers de Erich von Däniken, mas com autores anteriores ao nosso século.
Os autores da Bíblia — “autores” porque é um livro de ciência, arte e esoterismo coletivo — foram os primeiros cronistas do Gênesis e uniram fantasia e pedagogia, formas de ensinar que às vezes eram simbólicas, mas refletiam uma realidade.
A grande maioria dos livros publicados na sequência do documentário Recuerdos del Futuro (Chariots of the Gods, 1973) foram obra de jornalistas ou escritores que aproveitaram a onda.
Depois de quase vinte e dois anos após o livro de von Däniken, um estudioso com reconhecimento acadêmico, Zecharia Sitchin, comprovou pela primeira vez, através dos avanços astronáuticos e científicos, a teoria de que os homens são filhos de uma raça extraterrestre que pousou e colonizou a Terra há 450.000 anos: os Nefilim, cujas evidências podem ser encontradas na origem e na estrutura da civilização mais antiga do planeta, os sumérios.
A busca de Sitchin começou quando ele era criança, estudando o original hebraico do Livro do Gênesis.
“Um dia, estávamos lendo o capítulo VI, que diz que quando Deus decidiu destruir a humanidade com o Grande Dilúvio, ‘os filhos dos deuses’, que se uniram às filhas dos homens, estavam na Terra. O original em hebraico os chamava de Nefilim. A professora nos explicou que significava “gigantes”; mas eu protestei: não significava literalmente “aqueles que foram expulsos” e que haviam descido à Terra? Fui punido e me disseram para aceitar a interpretação tradicional”, contou.

Anos mais tarde, Sitchin juntou-se a várias expedições arqueológicas na Ásia Menor e na Palestina. Seu objetivo era estudar culturas que tinham analogias, semelhanças entre si, principalmente a egípcia com as crônicas dos sumérios.
A história começa em Suméria
“Não há nenhum aspecto de nossa civilização atual cujas raízes e precursores não possam ser encontrados em Suméria.”
Tudo o que acreditamos pertencer ao nosso mundo já existia na antiga Suméria: edifícios altos, ruas, mercados, celeiros, escolas, templos, metalurgia, medicina, cirurgia, rodas, cartas de navegação, barcos e embarcações para rios e mares, tribunais, sistemas de escrituras e arquivos, instrumentos musicais, partituras, dança e acrobacia, zoológicos, prostituição, agências de emprego, júris, jornais, tudo isso e muito mais”, afirmou o pesquisador.
Mas, acima de tudo, os sumérios realizaram um estudo extraordinário dos céus e das estrelas, particularmente dos “deuses do céu que vieram à Terra”.

O que também é revolucionário em Sitchin — exposto em seu livro Gênesis Revisitado — é ter profetizado em 1976, em seu livro O 12º Planeta, as características de Netuno como as de Júpiter e Urano, apenas conhecidas anos depois graças às sondas Voyager da NASA.
Os caldeus, parentes dos sumérios, lançaram as bases da astronomia moderna com seus conceitos de que os planetas orbitam ao redor do sol em suas elípticas, que o sol é o centro do sistema solar, que as estrelas se agrupam formando constelações, a divisão da eclíptica das constelações em doze signos do zodíaco, a relação do zodíaco com os respectivos animais, etc.

Tanto a arqueologia quanto a antropologia são incapazes de explicar como surgiu a civilização dos vales do Tigre e do Eufrates.
Ao contrário dos egípcios, que deixaram suas fabulosas pirâmides e sua esfinge, os edifícios dos sumérios não perduraram, legando-nos apenas seu conhecimento na forma de escrita cuneiforme, gravada em tabuletas de barro ou rolos de resina ou madeira.
Esses vestígios explicam que os fundadores da Suméria não foram os homens rudes do Neolítico, mas os anakim ou os anunnaki, que se traduz como “Aqueles que vieram do céu para a terra”. Seu local de origem é Nibiru, “o planeta da encruzilhada”.

Segundo a descrição de Sitchin em O 12º Planeta, este encontra-se nos limites do sistema solar, em órbita complexa e posição sideral, sem ter sido descoberto pela astronomia moderna, órbita que necessita de mais de 3.600 anos para completar uma revolução em torno do sol.
Sendo o número 3.600 conhecido pelos povos mesopotâmicos como um Shar, se transforma para eles em algo como um regente supremo.
A ciência confirma
Em 2016, os astrônomos do Instituto Tecnológico da Califórnia (Caltech) Michael E. Brown e Konstantin Batygin deduziram a existência de um planeta gigantesco nos confins do sistema solar a partir do comportamento de um grupo de objetos transnetunianos. Eles o chamaram de Planeta Nove devido à relativamente recente degradação de Plutão.
Mas o pesquisador Percival Lowell já havia proposto sua existência em 1906, quando falou do Planeta X — o “X” não era por ser o décimo, já que Plutão só foi descoberto em 1930, mas para refletir sua qualidade de desconhecido ou incógnito.

Além disso, as fotos de Urano tiradas em 1986 pela sonda Voyager 2 provaram que o planeta contém atualmente água, considerada como uma pátina azul esverdeada. Em seu livro O 12º Planeta, Sitchin profetizou, através de seus estudos da literatura suméria, que estes falavam de um Entimashaig, ou seja, “planeta de vida verde brilhante”.
Tanto em seu livro Gênesis quanto em seus três livros anteriores — que formam a série “Crônicas da Terra” —, Sitchin menciona as últimas técnicas de manipulação genética e inseminação artificial, que coincidem com a tecnologia descrita nos textos sumérios para a criação genética do Homo sapiens.

Nesse processo, os Nefilim pegaram um óvulo de uma mulher antropoide pré-histórica, fertilizando-o (in vitro) com o esperma de um homem Nefilim e reimplantando esse óvulo na matriz de outra mulher macaco, que concebeu o primeiro homem.
É assim que se pode interpretar mais propriamente os famosos versículos do Gênesis, quando Deus diz: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”.
Embora a pesquisa de Sitchin seja histórica e antropológica, ela não pode ser dissociada do reino espiritual, e ele acredita que “para mim, Deus com D maiúsculo não é aquele extraterrestre que desceu em sua nave, seguindo a vontade de um Criador, mas sim o Criador de todo o universo.
A conexão piramidal
Em seu segundo e terceiro livros — Escalera al Cielo (O Caminho para o Céu) e Las Guerras de Dioses y Hombres (As Guerras dos Deuses e dos Homens) — Sitchin dedica-se ao estudo comparativo dos hieróglifos do Egito, discordando da opinião dos arqueólogos de que as pirâmides eram tumbas reais construídas pelos faraós da quarta dinastia — Quéops, Quéfren e Miquerino — por volta de 2500 a.C.
Numa das tabuletas sumérias, o investigador descreve que “Ekur, a casa dos Deuses com o seu pico pontiagudo/para o céu à terra, estava bem equipada/casa cujo interior brilha como uma luz colorida do céu/emitindo um feixe de luz que alcança longe e por muito tempo”.
Sitchin, como outros autores avançados, criticou as concepções atuais sobre a construção das pirâmides. Em 1850, foi encontrada uma estela de pedra, segundo a qual Quéops, rei do Baixo e Alto Egito, fundou a Casa de Ísis, companheira da Pirâmide, ao lado da Casa da Esfinge. Segundo sua interpretação, a Grande Pirâmide do Egito já estava de pé quando Quéops (Khufu) apareceu em cena. Também a Grande Esfinge.

A atribuição a Quéops baseava-se na descoberta do coronel britânico Richard Howard Vyse, que em 1837 pensava que Quéops tinha sido o construtor da grande pirâmide.
Vyse descobriu uma série de desenhos hieroglíficos provenientes dos construtores das pirâmides. Um dos grupos mostra o selo real de Quéops.
Seus estudos sobre essas descobertas levaram Sitchin a descobertas notáveis que o fizeram duvidar da confiabilidade do arqueólogo britânico, principalmente por uma série de erros gramaticais que confirmam a existência de uma fraude. Muitos arqueólogos oficiais duvidam que os faraós tenham construído as pirâmides. Mas não se pode voltar atrás milhares de livros universitários escritos por todos aqueles que continuaram as teorias e cálculos fraudulentos de Vyse, que com o passar dos anos se tornaram inabaláveis. Até que chegou um senhor chamado Zecharia Sitchin.
No centro do Peru ergue-se outro dos planaltos dos deuses — o principal é Marcahuasi, descoberto em 1952 pelo pesquisador Daniel Ruzo e que fazia parte da cultura Masma, milhares de anos anterior à cultura inca — conhecido como Chavín de Huántar.

A história de Chavín se perde na noite dos tempos. Nem toda a região foi escavada. O que se sabe é suficiente para nos ilustrar sobre as sombras e neblinas dos mistérios do Novo Mundo, que são mais antigos do que os do chamado “Velho Mundo”.
Cidades, cidadelas, fortalezas, equipadas com pontes levadiças, templos subterrâneos, sistemas de irrigação, aquedutos, são algumas das coisas que se podem encontrar.
Mas o que pude descobrir durante minha visita à região, dentro do que são as analogias das artes esculturais, é um par de gravuras no Templo Mayor. Uma delas representa um lutador em posição de defesa, clássica do karatê; outra, a Cabeça de Medusa, considerada patrimônio da mitologia grega, posterior às descobertas da cultura inca de Chavín de Huántar.
Como é possível que culturas separadas por anos e distâncias possam estar unidas, ter coisas em comum? Onde estão as pontes da noite dos tempos? Zecharia também tem respostas para isso.

Os hititas e seus guardas sempre protegem sua divindade solar, que é muito semelhante às representações de Chavín de Huantar, Tiahuanaco (Bolívia) e Teotihuacán (México).
Em Chavín de Huantar também se encontra a representação do touro, quando se assegura que esse animal era totalmente desconhecido na América antes da chegada de Colombo.
O homem touro
Nos arredores do Lago Titicaca, como na cidade de Puno, podemos encontrar essas representações taurinas.
O autor deste artigo visitou, perto da cidade de Chucuito, um museu privado onde figuras vestidas como os faraós egípcios sorriam para os turistas.
Este deus touro era representado pela cultura tiahuanaquense (uma das mais antigas da América do Sul) com um relâmpago e um cinto metálico) 10.000 anos antes de Cristo.
No leste da Ásia, encontramos essas mesmas figuras em um deus chamado Ramman (o Trovejante), pelos babilônios e assírios; também conhecido como Eco Rodante pelos semitas, pelos hititas como Vento Soprado, onde ele é novamente desenhado segurando em uma mão um raio forjado na forja e uma ferramenta na outra.

Nas áreas vizinhas a Lima, próximas ao Rímac, onde também habitava a cultura masma, encontramos a presença desse estranho ser com aparência taurina. Uma canção inca o descreve como “aquele que vem no trovão e nas nuvens tempestuosas”. Nesse mesmo sentido, esse deus era exaltado através de cânticos na Mesopotâmia.
Esse relâmpago com cauda de tridente aparece na Grécia, entre os índios americanos e no disco de ouro perdido de Cuzco, do templo de Coricancha, destruído pelas tropas de Pizarro.
Se voarmos de Lima para o sul ou sobre o Oceano Pacífico à altura de Paracas, onde há dez mil anos a história oficial dos incas começou com a civilização paraqueña, verificamos que a cultura pesqueira desenvolveu tecidos requintados e sofisticados.
O famoso candelabro de Paracas aponta diretamente para outro enigma do mundo: as linhas de Nazca. Um pouco mais ao sul, encontramos o lago Titicaca, cujo significado é “puma (ou leão) caçando lebre”. Muito poético, muito etimológico, mas também muito estranho. Se continuarmos voando, veremos que, do alto, o lago Titicaca tem exatamente a forma de um felino capturando um coelho. Mais do que imaginação.
É um mistério que começa a se esclarecer. Os homens do nosso passado voavam. Eles podiam ver o mundo de cima, como hoje o vemos dos modernos jatos. Nazca, vista do alto, não difere de um aeródromo.

Os deuses deixaram sinais. Memórias do futuro. São sinais de alerta e nos fazem recordar que houve outra cultura superior que se extinguiu.
O 12º Planeta
O número doze é uma constante para vários povos. Os hititas, assim como os gregos, eram governados por doze deuses maiores, auxiliados por uma sucessão de deuses menores que também se organizavam em grupos de doze. O doze, junto com o sete, foram os números celestes por excelência para as culturas mais distintas, que dividiram o zodíaco em doze signos regentes. Tanto o dia quanto a noite foram divididos em doze horas, e o ano em doze meses. Havia doze tribos de Israel, doze apóstolos, doze titãs gregos, doze trabalhos de Hércules, e assim por diante.
Se olharmos para Suméria, a civilização mãe, ela também contava com doze deuses, cada um deles identificado com um corpo celeste. E numerosos cilindros encontrados nas escavações sumérias mostram uma estrela da qual saem onze estrelas menores.

Os sumérios estavam convencidos de que nosso sistema solar era composto pelo sol e onze planetas (incluindo a Lua) e um décimo segundo planeta — que mais tarde seria destruído — chamado Marduk, onde viviam os Nefilim.
Marduk orbitava o sol a cada 3.600 anos e era representado por um globo alado marcado com o signo da cruz, como um planeta que cruza ou atravessa as demais órbitas.
As aparições dos Nefilim estavam relacionadas à proximidade de Marduk da Terra, ocasiões em que a referida raça extraterrestre pousava, investigava ou extraía minerais do nosso planeta.

É assim que nossa humanidade passou do período Mesolítico (11.000 a.C.) para o Período Cerâmico (7.400 a.C.) e para a ascensão da Suméria (3.800 a.C.). São períodos separados por 3.600 anos.
Isso nos leva ao capítulo 6 do Gênesis e às lendas sumérias que nos asseguram que a vida demorou cerca de 120 anos para retornar à face da Terra após o Dilúvio Universal.
Ambas as tradições se referem ao shar, um período de 3.600 anos, o que — de acordo com a tradução de Sitchin — somaria 432.000 anos desde o Dilúvio até a próxima descida dos Nefilim e repovoamento da Terra.
O mistério da Torre de Babel
Para Sitchin, os três vales dos rios Nilo, Indo (Índia) e, em maior escala, Tigre e Eufrates — onde todos os estudos modernos apontam para o que é considerado o berço da humanidade ou o paraíso terrestre — eram as bases de operações dos Nefilim.
As primeiras tribos criadas por manipulação genética de espécies pré-humanóides conheciam os Nefilim como “o Povo de Shem”, sendo shem um veículo celeste ou foguete. Cilindros e selos assírios mostram pessoas aladas saudando shem.
Segundo Sitchin, os zigurates clássicos da arquitetura babilônica consistiam em sete andares de 300 pés de altura (91,44 metros) , que eram usados como torres de lançamento. Daí nasce a lenda da Torre de Babel, cuja tradução exata seria “Ponte dos Deuses”, de onde — ao que parece — os humanos tentavam alcançar o céu, imitando os deuses.
Um cilindro sumério fala de uma guerra entre deuses armados, na qual disputaram a propriedade da torre. Shem reaparece na forma de um foguete. Mas os deuses contra-atacaram enviando um vento de furacão que os enlouqueceu, misturou e confundiu suas línguas.

É algo semelhante às lendas pré-diluvianas, como a de Gilgamesh. Aparentemente, trata-se de um combate entre dois tipos de Nefilim, uns apoiando os homens, outros reprovando a construção da Torre de Babel, com a sua consequente destruição.
Sobre esta torre enigmática, perguntei a Zecharia Sitchin se ela foi realmente destruída pelos Nefilim ou Anunnaki.

“A destruição da torre foi real, mas também simbólica. Havia um desacordo entre os dois grupos; um deles pretendia a construção de uma torre de lançamento”, respondeu ele.
Entrevistando Sitchin
A seguir, uma parte da entrevista que realizei (a segunda parte está perdida, mas tentaremos publicá-la em breve):
— O que considero insuficiente nas teorias sobre a presença de extraterrestres em nosso passado é a ausência de vestígios. Se eles vieram em naves, por que não foi encontrado um parafuso solto, um transistor ou mesmo uma nave completa, assim como os vestígios de galeões espanhóis afundados no fundo do mar ou nas costas?
Sitchin: “Na série de livros Crônicas da Terra, menciono objetos tecnológicos que foram encontrados em várias ocasiões. Muitos deles são tão evidentes que não percebemos sua estranheza. As pirâmides não são resultado de alta tecnologia? Talvez os Nefilim não usassem metais. As naves podem ter sido levadas ou destruídas”.
“No segundo livro das Crônicas, Escalera al Cielo (O Caminho para o Céu), cito os casos do Sinai, das tumbas egípcias (onde foram encontrados sistemas de iluminação semelhantes ao uso de energia elétrica); além disso, os povos e civilizações de 2.000 ou 5.000 anos atrás viram essas coisas, essas naves, e as refletiram como cronistas em seus códices, escrituras, tabuletas, papiros, etc.”

“Uma das evidências são os terraços de Baalbek, localizadas no Líbano, onde o inexplicável fato de como essas pedras foram reunidas e movidas converge com as gravuras antigas que mostram uma espécie de torre de lançamento gigantesca, conectada a um foguete.”
—Você acha que os egípcios tiveram relações com os atlantes e que estes, por sua vez, poderiam ser descendentes dos Anunnaki ou Nefilim?
Sitchin: “Nunca escrevi sobre a Atlântida. Concentro meu trabalho nas culturas que conheço (Sitchin era um especialista acadêmico nas culturas sumério-babilônicas). Baseio-me em minhas traduções e interpretações.”
“O que encontramos nos baixos-relevos e antigos registros mesopotâmicos são relatos confiáveis do que as pessoas viram há milhares de anos. Essa é a grande diferença entre outros autores e mim. Eu sou um decifrador do que os jornalistas sumérios nos legaram”.
—Das milhares de tabuletas de barro e rolos que você estudou nos últimos trinta anos, qual tem sido a “pedra de Roseta”, a inscrição fundamental que provaria o contato extraterrestre?
Sitchin: “Não há uma tabuleta específica. A informação corroborativa encontra-se em mais do que uma tabuleta e seus paralelos, uma vez que os sumérios, os acádios e os assírios tinham diferentes versões do mesmo acontecimento, muitas vezes coincidentes. Uma tabuleta conecta-se com as outras para formar um cenário plausível. O mais importante era encontrar um consenso sobre o que as tabuletas anunnaki estão dizendo: na história de Onuri, por exemplo, e nas tabuletas astronômicas, que falam de um planeta desconhecido pelos homens, o planeta Nibiru. É lá que os Anunnaki ou Nefilim teriam sua origem”.
Sitchin continuaria suas pesquisas para seu quinto volume das Crônicas da Terra.
Nele, ele centraria sua tese sobre o futuro, sobre como os Anunnaki estão se aproximando da Terra e de que maneira os acontecimentos políticos e sociais são fenômenos sintomáticos de um novo princípio, de um ciclo que, para Sitchin, se repetirá com a aproximação do 12º Planeta e com o retorno de nossos ancestrais extraterrestres.
Fonte: Mystery Planet






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