Autor: Redação EM                                     Tradução de: Rafael Barros

Tabuletas sumérias relatam a chegada de seres de outro mundo conhecidos como Anunnaki no Golfo Pérsico há cerca de 400.000 anos.

De acordo com a história revelada por essas tabuletas, esses alienígenas criaram a raça humana para escravizá-la, mas os encarregados de seu controle – uma equipe de alienígenas chamada de Vigilantes – revoltaram-se contra seus superiores e acabaram se misturando com os terrestres e transmitindo-lhes conhecimentos proibidos.

Após um rigoroso estudo das inscrições cuneiformes assírio-babilônicas, em 1876, George Smith publicou The Chaldean Genesis (O Gênesis Caldeu), obra na qual o assiriólogo inglês trouxe à tona uma verdade incômoda: os textos hebraicos que compõem a Bíblia Sagrada, especialmente os que se referem ao Gênesis, são uma cópia quase idêntica do épico babilônico da criação Enuma Elish, bem como de muitos outros “mitos” encontrados em tábuas de argila sumérias com mais de 6.000 anos de idade.

Isso significava que havia um texto escrito em dialeto babilônico pelo menos 1.000 anos antes dos escritos bíblicos. Mas havia mais: a versão suméria das origens da humanidade difere deles em sua literalidade e concretude, mostrando até mesmo a identidade real de alguns personagens bíblicos da importância do próprio Yahweh, o Deus judaico-cristão. Seu equivalente sumério era Enlil, deus do vento e das tempestades e chefe de uma raça conhecida como Anunnaki (aqueles que desceram do céu para a Terra), que teria chegado ao nosso planeta há mais de 400.000 anos para se estabelecer perto das águas do Golfo Pérsico, acabando por civilizar todo o sul da Mesopotâmia com suas imponentes cidades e templos.

Los vigilantes de la humanidad
Os vigilintes da humanidade

As tabuletas revelam que havia um total de 23 divindades adoradas no panteão sumério, incluindo o deus Enki, Senhor da Terra, a quem foi atribuída a criação da humanidade por meio da hibridização genética com hominídeos. Enki e Enlil eram irmãos em constante rivalidade. Enquanto o primeiro era conhecido como “o mais sábio dos deuses” e um cientista e geneticista experiente, Enlil era uma espécie de chanceler militar sedento de poder e conquista, cuja principal característica era o ódio aos seres humanos. Essas divindades eram governadas por uma curiosa escala hierárquica: Anu, deus do Céu, governava as esferas celestiais, Enlil liderava os domínios da Terra Média, Enki era o Senhor do Abzu (o Abismo das Águas) e Nergal comandava o Submundo. Mas os encarregados dos trabalhos mais difíceis eram os chamados Igigi, que se traduz como “Os Vigilantes” ou “Aqueles com Grandes Olhos”. Nas figuras que os representavam, podemos ver o detalhe das órbitas oculares pronunciadas que designam sua função de vigilantes, talvez por estarem cobertos por viseiras opulentas.

No Gênesis bíblico, esses Igigi têm a mesma etimologia, sendo mencionados como “os Vigilantes” ou “os Guardiões do Senhor”. (Continua na edição nº 291 da Revista Año/CERO)

Fonte: Espacio Misterio

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