Autor: Planeta Maldek                                 Traduzido por: Rafael Barros

No passado remoto as antigas civilizações criaram conexões entre si, cruzando enormes rotas via terra ou mar e compartilhando produtos ou conhecimentos. No entanto, a história as vezes empenha-se em os negar. Porque simplesmente não os convém a um certo grupo que puxa dos cordeirinhos.

No coração da Cidade do México, sob a movimentada metrópole moderna, encontram-se os vestígios de uma civilização asteca outrora florescente.

Conhecida como «tanashtag», essa antiga cidade, dominada pelos astecas entre os séculos XIV e XVI, mostra um notável planejamento urbano com seu sistema quadriculado de canais e calçadas, mas o que desperta nosso interesse é a história da origem asteca, que não começa aqui.

Segundo seus textos históricos, os astecas traçaram suas raízes em um lugar chamado Chiki Mostak, uma caverna mística no norte. Dentro das sete cavernas de Chiki Mostak havia sete tribos e os astecas afirmas serem descendentes de uma dessas sete tribos.

Embora Chiki Mostak já foi considerado um mito, recentes descobrimentos arqueológicos sugerem contrário. Alguns estudiosos creem agora que a localização de Chiki Mostak coincide com o antigo complexo piramidal conhecido como Teotihuacán, frequentemente chamado o «Local das Sete Cavernas».

O mistério de Teotihuacán

A revelação vem das profundezas da Pirâmide do Sol, uma estrutura importante de Teotihuacán, que, segundo se diz, abriga uma caverna com sete câmaras distintas, um paralelo impressionante com o relato asteca da criação.

Pirâmide do Sol. Imagem 01

O cronista espanhol Jerónimo de Mendieta documentou os relatos das lendas astecas no século XVI, narrando uma história de gigantescas facas de pedra gigantescas descendo do céu, acompanhados de numerosos deuses. Esses seres celestiais, segundo a tradição asteca, desempenhavam um papel fundamental na criação da humanidade.

A história da faca de sílex gigante que desceu dos céus nos convida a considerar se nossos ancestrais testemunharam encontros extraterrestres. Se houver alguma verdade no conto asteca, isso sugere que, em algum momento de nossa história, seres de fora de nosso mundo podem ter desempenhado um papel em nossa existência.

Passando da civilização asteca para Teotihuacán, encontramos um enigma ainda mais significativo. Teotihuacán que data do século I d. c. eram uma cidade surpreendentemente avançado para sua época.

Com uma extensão de 20km quadrados, contava com impressionantes pirâmides, intricados templos e uma prospera população de quase 100.000 habitantes. No entanto, apesar de sua grandeza, Teotihuacán mantém seus segredos bem guardados.

Um dos aspectos mais desconcertantes de Teotihuacán é a ausência de hieróglifos ou inscrições, um forte contraste com outras culturas mesoamericanas contemporâneas. Essa escassez de registros escritos nos deixa com um mistério sem solução: Quem construiu Teotihuacán e o foi aconteceu com seus habitantes?

Há muitas especulações sobre a origem da cidade e de seus construtores: seria o trabalho de uma civilização avançada com conhecimento além do de sua época, possivelmente guiada por forças extraterrestres? Alguns até argumentam que a tecnologia necessária para essas estruturas magníficas estava além das capacidades da época.

Mas o que realmente nos intriga são os orbes dourados recentemente desenterrados, encontrados em um túnel escondido sob o Templo da Serpente Emplumada. Esses orbes enigmáticos, de aparência argilosa e metálica, levantam questões sobre seu propósito e significado.

Alguns arqueólogos sustentam que a caverna onde foram descobertos poderia ter sido um espaço de ritual sagrado, embelezado com paredes brilhantes e pintadas de dourado, semelhante ao cosmos.

A possibilidade de que esses orbes representem corpos celestes, especialmente planetas, desperta curiosidade. Esses objetos poderiam estar relacionados ao conhecimento antigo dos movimentos planetários, conforme observado no calendário maia?

Pirâmide do Sol. Imagem 02

Revelações do Códice de Dresden

O Códice de Dresden, um livro maia raro, detalha minuciosamente o calendário em relação à jornada celestial de Marte, destacando a importância dos corpos celestes nos sistemas de crenças das culturas antigas.

Entretanto, o apelo desses mistérios vai além de Teotihuacán. Na Grécia, espalhadas pela ilha de Eubeia, existem estruturas peculiares conhecidas como Dragon Houses.

Diz a lenda que essas construções megalíticas foram erguidas em homenagem a Zeus, que se acreditava ter descido dos céus no topo do Monte OHI, onde está localizada uma das principais Dragon Houses.

Na antiguidade, o termo “dragão” não se referia apenas a monstros voadores, mas também a divindades poderosas com formas humanas e habilidades sobre-humanas.

Essas estruturas, construídas com blocos maciços de pedra, nos deixam maravilhados, imaginando como esses imensos feitos de engenharia foram alcançados, especialmente em locais tão desafiadores como o cume do Monte OHI.

Poderiam essas Dragon Houses marcar os locais onde visitantes extraterrestres pousaram e deixaram sua marca nas civilizações antigas? Poderia a descida de Zeus dos céus ser uma lembrança de uma nave alienígena pousando na Terra?

À medida que nos aprofundamos nos registros da história e exploramos os mistérios escondidos sob as camadas do tempo, descobrimos pistas e conexões tentadoras. As histórias dos astecas, o enigma de Teotihuacán e as casas de dragão da Grécia nos convidam a contemplar a possibilidade de encontros antigos com seres além do nosso mundo.

Fonte: Planeta Maldek

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